Antiga internacional alemã estreou-se por Portugal em grandes competições na quinta posição da terceira série, com 7,20 ...
Prolonga-se o shutdown parcial e crescem as filas nos aeroportos. Elon Musk oferece-se para pagar salários aos funcionários ...
Incidente não fez feridos. Patriarca de Lisboa condena ataque. Organização diz ter reunido 4000 pessoas na capital.
Na sexta manifestação da Casa Para Viver, a menor participação em relação a protestos anteriores foi visível. A ocupação da ...
No caso dos jogos de apostas e pornografia, advogada defende a obrigatoriedade de mecanismos de verificação de idade mais ...
Escândalo que envolveu a possível interferência de uma empresa israelita na campanha marca as eleições deste domingo.
As guerras de Putin, Trump e Netanyahu não são “guerras justas”, que não existem. São guerras inspiradas pela antiga mentalidade colonial.
Num futuro marcado pela distância social e pela inteligência artificial, as artes de palco como a ópera e o ballet permanecerão vivas e terão a seu favor serem redutos de autenticidade.
Se tudo tinha corrido a contento na criação do protetorado na Venezuela, se o mesmo deverá acontecer em Cuba, à maneira de um colonialismo “new wave”, porque seriam as coisas diferentes neste caso?
Se vale a pena prestar atenção a uma coisa, vale a pena não prestar atenção a mais nada. Por isso é que ler um livro é melhor: porque não se está a fazer mais nada.
O que justifica que espancar um cão ou um gato seja crime e espancar um cavalo não? Pode a utilidade de um animal para uma pessoa servir de escudo para a violência?
Ao fim de mais de 50 dias, as pessoas e as empresas continuam sem ver os apoios chegar; sobram as autarquias, que, num esforço único, procuram levar ajuda às situações de maior emergência.